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Planejamento Ambiental

Gestão Ambiental é a administração do exercício de atividades econômicas e sociais de forma a utilizar de maneira racional os recursos naturais, renováveis ou não. A gestão ambiental deve visar o uso de práticas que garantam a conservação e preservação da biodiversidade, a reciclagem das matérias-primas e a redução do impacto ambiental das atividades humanas sobre os recursos naturais. Fazem parte também do arcabouço de conhecimentos associados à gestão ambiental técnicas para a recuperação de áreas degradadas, técnicas de reflorestamento, métodos para a exploração sustentável de recursos naturais, e o estudo de riscos e impactos ambientais para a avaliação de novos empreendimentos ou ampliação de atividades produtivas.


Em paralelo, o aumento da procura por profissionais especializados em técnicas de gestão ambiental motivou o surgimento do Núcleo de Planejamento Ambiental do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico do Centro Oeste - ITCO formado por uma equipe multidisciplinar, e como tal procura fazer da parceria com diversos profissionais um exemplo de qualidade e competência cujo objetivo maior é orientar organizações Públicas e Privadas a planejar suas atividades de forma compatível com a legislação ambiental e com a preservação do meio ambiente, através de projetos ambientais sustentáveis como: Carta de Risco, Zoneamento ecológico Econômico e outros diagnósticos ambientais.

CARTA DE RISCO:


As Cartas de Risco são mapas onde são condensadas diversas informações sobre uma determinada porção territorial, referentes ao meio físico e biótico, tais como: relevo, tipos de solos, aspectos geológicos, aspectos geomorfológicos, declividade, vegetação nativa, susceptibilidade a incidência de processos erosivos, assoreamento de corpos d’água, susceptibilidade a desmoronamentos e deslizamentos, profundidade de lençol freático, surgências de água, nível de antropização, formas de ocupação, dentre outras. Todas as informações levantadas são representadas graficamente, de forma integrada, gerando um mapa síntese, que aponta, entre outras coisas:

• Áreas com grandes restrições para ocupação antrópica, devido ao risco de vida;

• Áreas que podem ser ocupadas com algumas restrições;

• Áreas nas quais há condições plenas de ocupação, sendo possível, inclusive, potencializar-se esta ação.

Assim sendo, as ações de ocupação do solo podem ser direcionadas e compatibilizadas com as possibilidades físico-ambientais, resultando no uso sustentável da porção territorial em questão.

Particularmente no caso dos municípios, as Cartas de Risco são instrumentos fundamentais para:

• Elaborar e implementar os Planos Diretores e as Leis Urbanísticas Complementares, à medida que possibilitam o planejamento, a discriminação e a recomendação dos diferentes tipos de ocupação e uso do solo, dentro do território municipal, considerando as condições ambientais das áreas.

• Priorizar intervenções e fornecer elementos para formulação de ações corretivas, visando a prevenção de riscos e de prejuízos que possam afetar de forma direta ou indireta, os diferentes atores sociais, sejam eles públicos ou privados;

• Promover ações de controle e fiscalização com o objetivo de melhorar os índices de segurança e qualidade de vida da população.

Localizar áreas onde ocorrem usos especiais, permitidos ou não, tais como: áreas de deposição e disposição de Resíduos Sólidos urbanos (lixo) e Resíduos de Construção e Demolição (entulho), aterros sanitários, aterros de vias, mineração, cemitérios, entre outras;

Subsidiar a elaboração de Estudos de Impacto Ambiental de empreendimentos diversos.

Confira abaixo algumas cartas de risco

ZONEAMENTO ECOLÓGICO ECONÔNICO:

O Zoneamento Ecológico-Econômico é um instrumento técnico e político de planejamento do uso e ocupação do solo de um dado território, que integra dados e informações em bases geográficas, subsidiando processo de tomada de decisão pelos diferentes gestores públicos.

O ITCO desenvolveu para Goiânia –Go o primeiro ZEE Municipal no Brasil, criando sua própria metodologia, em consonância às diretrizes metodológicas do ZEE-BRASIL junto ao Ministério do Meio ambiente e hoje detém Especialização e Notório Saber. A Parceria ITCO e o Município de Goiânia surgiram da necessidade de assumir o compromisso com a população, no desenvolvimento do Município em bases sustentáveis. Para tal, a gestão municipal buscou a promoção de mecanismos e instrumentos capazes de garantir com eficiência as determinações da Constituição Federal e dos demais dispositivos, infraconstitucionais no que se refere à Política Urbana Ambiental. O Zoneamento Ecológico-Econômico do Município de Goiânia estabelece também diálogos com outros instrumentos de planejamento físico-territorial instituídos pelo Plano Diretor, em especial o Mapeamento dos Vazios Urbanos e a Carta de Risco e planejamento do meio físico, onde estas três ferramentas de planejamento e gestão que são correlatas e interdependentes.

Este trabalho representa mais um passo da administração municipal na conquista para a capacitação administrativa e institucional da gestão. Além disso, para tomada de decisões visando o desenvolvimento sócio ambiental sustentável do território municipal, articulado necessariamente com os municípios da região metropolitana de Goiânia.

DESENVOLVIMENTO DE CONSULTORIAS EM:

→ Elaboração de plano de manejo

→ Elaboração de plano de recuperação areas degragadas PRAD

→ Estudos de impactos ambientais EIA

→ Elaboração de plano de residuos solidos

→ Plano de gestão ambiental

→ Caracterização ambiental

→ Caracterização geotecnica de terrenos

→ Laudo Geologico

→ Teste de Percolação

→ Laudo Qualiquantitativo de vegetação

→ Projeto de amborização urbana

→ Estudo de impacto de vizinhaça

→ Estudo de impacto de Transito